23 de junho de 2007
posted by teorias at 15:42
A vida passa por nós a mil à hora. Tenho essa sensação... e parece-me que é essa mesma sensação que as pessoas que me rodeiam têm. Tudo à nossa volta parece suceder-se a uma velocidade estonteante! O tempo já não anda... corre... e corre mais rápido do que um bólide de Formula 1. O trabalho nunca é para amanhã... tem de ser mais rápido... tem de ser para ontem! E nós, qual herói com superpoderes, lutamos contra a ordem natural das coisas! Acordamos e fazemos do nosso dia uma corrida contra os ponteiros do relógio... corrida essa que raramente vencemos mas que, dia após dia, teimamos em fazer! Quando acordamos já devíamos estar noutro sítio qualquer... quando lá chegamos o que temos para fazer é de tal maneira gigantesco que passamos a maior parte do tempo a correr para fazer tudo e acabamos por não fazer nada... assim, alimentamos o mostro em que se torna a lista das actividades pendentes... e ele cresce e engorda! Ao fim do dia vimos a correr para casa, e quando lá chegamos já devíamos ter lá chegado há horas... Não temos espaço para o desporto, não temos espaço para os amigos, não temos espaço para nós mesmos... corremos até à exaustão diária.. que se vai instalando no nosso corpo e na nossa mente a pouco e pouco... corremos tanto que já não conseguimos fugir deste estilo de vida sedentário! Parecemos baratas tontas a correr de um lado para o outro... e a vida passa por nós a mil à hora... e nós nem nos apercebemos que a correr assim nem sequer saímos do mesmo sítio...
 
19 de junho de 2007
posted by teorias at 12:00
Há coisas que parecem, mas não são... ás vezes são até o contrário… e essas situações levantam-me várias questões que me dão para pensar... uma delas é a origem do sal. Quase todas as crianças, em alguma fase da sua infância, acham que o mar é salgado porque ele tem lá o bacalhau. Faz algum sentido... o bacalhau é salgado... está lá de molho... o sal dissolvesse e a água do mar fica salgada. É uma teoria, ao contrário do que pode parecer, bastante defensável... e só falha porque, ao contrário do que as crianças pensam o bacalhau não é espalmado e salgado... ele é um peixe normal e é seco e salgado cá fora... e as mães colocam-no de molho em vários sítios, mas não no mar... e até já o podem comprar demolhado (há coisas fantásticas, não há?). Por isso o mar não é salgado por causa do bacalhau. O mar é salgado por causa da terra... quem diria? E eu que pensava que na terra existia sal por causa do mar! É o facto de chover e da água da chuva ir parar aos rios... e a água dos rios dissolverem pequenas quantidades de sais, existentes na terra, e os arrastarem para o mar que o vão tornando cada vez mais salgado. Mas depois outras questões se levantam... se os rios são os responsáveis por levar o sal para o mar, porque teimamos em chamar à água dos rios, que também acaba por ser salgada, de água doce? Por outro lado isto tudo quer dizer que o mar está a ficar cada vez mais salgado e a terra cada vez mais sem sal…
Eu ainda pensei que o mar fosse salgado porque os peixes comiam batatas fritas... mas depois deixei-me disso...
 
4 de junho de 2007
posted by teorias at 16:25
A pergunta “para onde vai a luz quando se apaga” foi o mote para uma das minhas teorias. Mas há perguntas que, pela falta de respostas, se tornam inquietantes... esta é uma delas! Por isso permitam-me uma nova tentativa de resposta. Poderemos encontrar algumas boas respostas para esta questão, mas, em conversa com o meu primo, ele deu-me a melhor das respostas que encontrei até agora. A luz, quando se apaga, vai para os pirilampos! Faz todo o sentido... apagamos uma luz cá dentro e acende-se um pirilampo lá fora... Do espaço, aqueles pontos luminosos que se vêem, metade são lâmpadas acesas, os outros são pirilampos que acenderam quando alguém desligou uma das luzes de sua casa, escritório ou estabelecimento! A luz não deixa de existir, não desaparece... tal como na lei de Lavoisier, a luz não se cria, não se perde, mas apenas se transforma... e no caso específico da luz, ela transfere-se das lâmpadas para os pirilampos e dos pirilampos para as lâmpadas. “Ai e tal”, podem vocês dizer “mas como é que isso é possível? Só se fosse por magia...” e eu acho que é isso mesmo... ou não existisse o pirilampo mágico. O pirilampo mágico é o responsável pela capacidade que os outros pirilampos têm de captar as luzes que nós apagamos... opá... como é que eu não tinha pensado nisto antes?