26 de julho de 2007
posted by teorias at 09:00
Afinal de contas para onde vai a luz quando se apaga? Como sabem esta questão tem abalado de forma significativa o meu ser nos últimos tempos. Resolvi seguir o desafio da eu mesma e reflectir novamente sobre as possibilidades de resposta e elaborar uma nova teoria sobre o assunto. Pensei, pensei e voltei a pensar e digo-vos que a probabilidade de eu apagar a luz do meu quarto e se ascender um pirilampo na Austrália me parece demasiado diminuta para que eu a aceite sem a auto-crítica necessária para a colocar em questão... Depois todos nós sabemos que existem mais lâmpadas no mundo do que pirilampos... se toda a gente apagar a luz em simultâneo não existem pirilampos suficientes para se ascenderem... para além disso eu nunca vi um pirilampo de 100 ou até mesmo de 60 watts... nem nunca ouvi falar num pirilampo economizador... vocês já? E pirilampos vela? Já vi objectos de cera com formas humanas... mas nunca com a forma de um pirilampo com um pavio a servir de antena... e depois nem o pirilampo mágico conseguiria um tal brilharete de ordenar os pirilampos por watts. Em conversa com algumas pessoas fiquei a saber que elas acham que a luz se esconde em túneis... bem lá no fundo... pelo menos eles dizem já ter visto a luz ao fundo do túnel... mas eu não acredito nessa... nnãããhh isso era fácil de mais! Eu acho que a luz, quando se apaga, se transforma em escrita... só pode... lembram-se daquele génio da literatura portuguesa do século XVI... o Camões... acham que foi por acaso que ele escreveu “Os Luz...iadas”?! É claro que não!!! No fundo já nos andam a dar a resposta a esta pergunta desde o 9º ano e nós nem reparamos nela...
 
12 de julho de 2007
posted by teorias at 08:59
Pois é... o sofrimento, por muito que não queiramos, faz parte da vida de cada uma das pessoas. Muitos falam de um sofrimento interno, continuado, profundo a que chamam de angústia existencial. Parece que por percebermos que existimos e que a nossa existência é finita sofremos por não encontramos razões claras e concretas para a existência humana... deve ser a isto que se chama de dúvidas existências. Afinal existimos porquê e para quê? Será que é para descobrirmos que existimos e sofrermos com isso? Não faço ideia! Apenas percebo que sofremos... e que acabamos por sofrer mais quando agimos pensando sobre os motivos que nos fazem sofrer... nesse caso, deduzo, que a única forma de ultrapassar o sofrimento é aceitando-o... deixando de o considerar um estado anormal da nossa vivência, mas antes algo que dela faz parte... e, se o aceito, como fazendo parte da vida então não faz assim tanto sentido pensar nas suas causas... tanto mais que saber a causa de um problema não é sinónimo da sua resolução (que o diga eu relativamente à minha falta de dinheiro)... e não pensando recorrentemente nas suas causas, acabamos por sofrer menos! Meus amigos... sofremos porque pensamos... e nesse caso devemos ser inteligentes e pensar menos! Isso mesmo... pouco inteligentes são aqueles que pensam de mais... porque se mais pensam... mais sofrem! Achavam que ter o cérebro mais desenvolvido do mundo animal nos trazia só benefícios? Nesta questão eu penso... quer dizer... não penso nada...
 
8 de julho de 2007
posted by teorias at 00:56
Está na moda... por isso seria quase impossível não abordar o tema! Mas afinal o que é uma maravilha?... Não sei bem... mas nos últimos tempos fui para o terreno para tentar investigar e não foi fácil chegar a conclusões. Pelo que percebo, e pela eleição do estádio da Luz, as maravilhas são monumentos... mas isso será mesmo assim? Pelos vistos é! Sentei-me no meu terraço, junto à porta de casa, a pensar no que seria isso da maravilha... que conceito seria esse. Depois de una largos minutos e uma pepsi... fui buscar uma cerveja... no instante em que me ia a sentar chegou a minha vizinha... senhora para os seus 55 anos, resmungona, chata e carrancuda... o que me passou pela cabeça foi logo “isto não”... mas de seguida veio a sua filha… de aparência esbelta e trajes primaveris... estava linda e eu no pensamento mais instantâneo possível, e perante tamanha beleza, balbuciei... “que maravilha”!! É claro que a partir desse momento o conceito de maravilha se tornou mais claro para mim... tal a maneira como ela maravilhava e eu fiquei maravilhado... Só me faltava encaixar aquela coisa das maravilhas serem um monumento... mas a dúvida durou pouco... é que a filha da minha vizinha, acreditem, é um verdadeiro “monumento”!! As maravilhas são coisas que nos embriagam de sensações... que nos embebedam os sentidos... cada um terá as suas... muito para além dos mosteiros, torres e palácios escolhidos na gala... Depois foi só pegar na cerveja fresquinha... e beber... que maravilha!!!!
 
5 de julho de 2007
posted by teorias at 14:23

Não tem propriamente uma teoria subjacente. Apenas o facto de, quando menos se espera... pimba... já se tem uma cravada nas costas...