29 de dezembro de 2007
posted by teorias at 15:33
Quantos de nós já não fizeram esta pergunta a si próprios? Afinal de contas com quem é que somos compatíveis? Sabemos que as pessoas não são todas iguais e que nem todas são compatíveis connosco… mas algumas são! E são essas que são compatíveis que nós procuramos (ou que nos procuram a nós)… nem sempre é fácil encontrar essa compatibilidade… porque é necessário que a semelhança entre as pessoas seja realmente muito grande… e embora muitas vezes exista alguma semelhança a compatibilidade não é possível. Eu não sei se serei compatível com alguém… isso não sei… mas espero que sim… espero que essa compatibilidade exista…
Vocês também podem ser compatíveis… no fim de contas não custa nada… é uma questão de se dirigirem ao centro de histocompatibilidade para se fazer uma pequena recolha de sangue… a partir daí é só esperarem para ver se existe alguma pessoa que se encontra à espera de um transplante de medula e que seja compatível…
Vale a pena passar a mensagem… todos os que se tornam dadores nunca são muitos!
PS. Obrigado Inês por me mostrares que o medo de agulhas não deve impedir de se salvar uma vida.
 
21 de dezembro de 2007
posted by teorias at 10:10
A escrever isto confesso que mal sinto os dedos... está um frio de rachar... mas para mim não é Janeiro! Parece que tudo gelou... até a capacidade de alguns de perceber no aproveitar é que está o ganho... hoje não me apetece desaproveitar oportunidades... não me apetece mesmo... não sei porquê, mas não me apetece... tem de apetecer? Não! Aprendi rápido que não! Apetece-me jogar... arriscar mais... com a noção clara que é diferente dominar e controlar o jogo. Não me importo de não estar a dominar o jogo se o tiver controlado... nada como ter tudo sobre controlo...
Hoje apetece-me contrariar as probabilidades e arriscar ganhar... afinal de contas quem tão pouco tem... o que é que pode perder? Sinto-me como o União de Leiria... e mesmo em último sinto-me capaz de ganhar a qualquer equipa de topo... é tudo uma questão de atitude... e se conseguimos ter a atitude certa... temos a merecida vitória... hoje apetece-me contrariar a gravidade e subir bem alto... sabendo que a possível queda não me leva mais fundo do que aquilo em que me encontro agora... apetece-me correr lá para fora e gritar... mas não posso... está um frio de rachar...
 
10 de dezembro de 2007
posted by teorias at 09:10
Quem nunca sentiu a sua vida como um amontoado desconexado de acontecimentos onde a continuidade da narrativa pessoal é de todo impossível? Onde não se consegue vislumbrar a segurança de ter alguma certeza relativamente ao futuro... onde a satisfação de viver já existiu mas parece cada vez mais difícil o seu retorno e a memória do que essa satisfação foi um dia parece estar lá longe... tão longe que achamos que se calhar nem existiu... e que a sua lembrança nada mais é do que a construção criativa do nosso cérebro! No meio desse turbilhão emocional surge, quase sempre, a necessidade de introduzir um “ruído” capaz de fazer ressurgir algo que há muito se desvaneceu... a esperança! A esperança de voltar a sorrir, ainda que isso represente uma fracção muito pequena de alegria quando comparada com a felicidade tida outrora como inabalável, inatingível e eterna. Há uns meses atrás apeteceu-me mudar alguma coisa na minha vida por isso comprei uma casa (pequena... mas é minha!)... estou em processo de mudança e muito, mas mesmo muito, ocupado a tentar resolver milhentos problemas que a burocracia e a incompetência que reina no nosso país me levantam. Voltarei, em breve, a comentar os blogs dos (muito) poucos, mas fiéis que me lêem...
Apeteceu-me mudar... e como uma pessoa me disse há uns meses quando a conheci... não tem de haver razão... a única razão foi porque me apeteceu...