At 04 janeiro, 2008 20:01, Rita
Gostei muito deste texto. Familiar, como já em tempos referiste. E é sempre uma surpresa doce apercebermo-nos que estamos bem mais perto uns dos outros do que por vezes imaginamos.
É duro cortar laços cujas memórias nos são queridas, é duro saber destrinçar o aconchegante do tóxico, do que nos causa dano, ser selectivo nos afectos. Mesmo metamorfoseando-se eles, não raras vezes, no seu oposto mais ruim. Às vezes parece que o filtro teima em reter apenas o que de bom aconteceu, mas na verdade seria importante que lá guardássemos algumas das coisas negativas que fomos experimentando. Só para nos certificarmos que, quando é preciso, temos matéria-prima para fazer auto-prevenção e "darmo-nos nas orelhas" antes de tropeçar e cair sem necessidade nenhuma.
O percurso é difícil, exigente, sinuoso, mas também desafiante e não impossível. E é bom ter a capacidade de alimentar a esperança de que vamos ser capazes de ultrapassar um incidente (agora fiquei na dúvida se acidente seria o mais adequado a esta situação)de percurso.
Inveja saudável por não andar com queda para escrever sobre coisas... bonitas? "Sérias"?
At 13 abril, 2008 16:21, Barbara
gostei mesmo muito deste post!
esta mesmo excelente....
Vou ter que dar uma vista de olhos aprofundada pelo teu blog, porque uma superficial nao chega... pah isto esta bom demais! =)
Comentei este post porque esta qualquer coisa de espectacular... Nao quero sequer acrescentar nem mais um pontinho nas tuas palavras. Esta perfeito!
Muitos parabens MESMO (mais uma vez)!!!
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