

At 17 novembro, 2005 12:34, teorias
Ok et... devo concordar que este tema é unânime e, como tal, não sou, de todo, o único a debruçar-me sobe ele! Quanto às minhas palavras serem algo machistas... preferia chamar-lhe provocatórias. Mas acredito que possam ser vistas dessa forma e nós, quer queiramos quer não, somos influenciados pela cultura em que estamos inseridos... e a portuguesa é por demais machista (e grande parte das mulheres não são excepção ao machismo). Quanto à questão de alguns se julgarem principes de determinadas princesas... isso já é outra questão (mas também acontece). O que se passa... e o que me causa estranheza é perceber que existem princezas que reconhecem o principe... que olham para ele e lhe dizem que era o principe ideal para elas mas, sem saberem porquê, vão escolher um sapo. Que elas sabem, e o dizem, não ser o ideal... mas que não podem deixar de escolher assim! Respeito, mas não percebo... a não ser que considere que elas não procuram o principe (desculpa a generalização, mas olha para ela como provocatória)... e aí o sapo fica-lhes bem... por ser isso que procuram... gostava era que o assumissem! Concordo que os sapos de uns são os principes de outros... mas nem vou entrar por aí pois isso "dava-nos pano para mangas". Talvez até possa sair daí outra teoria ;)
At 21 novembro, 2005 17:32, teorias
As princesas baralham-se? Como quem baralha um baralho de cartas? Nesse caso os principes devem começar a jogar os seus trunfos... a cortar todas as jogadas que valham pontos e estar atentos à batota!
Querida amm... lamento desiludir-te também... mas não pretendo compreender as mulheres. Apenas quero compreender porque é que não as compreendo!
At 08 janeiro, 2008 21:11, Rita
A questão são, mais uma vez, as expectativas depositadas nessa busca incessante e infinita. Por outro lado, convém não esquecer que o ideal de príncipe ou princesa é, como convém, extremamente vago, há-o para todos os gostos e feitios e será, precisamente, esse factor, um aspecto que em muito contribui para esse saltitar incessante, sem nunca se sentir satisfação e tranquilidade plenas. Tudo porque, à partida, não foi o sapo, humano, que se idealizou, mas algo que não é concreto e, como tal, não é conhecível.