Não raras vezes apanhamos “tiques” verbais que, porventura, repetimos mecânica e inconscientemente durante o nosso discurso. Todavia não nos apercebemos das nossas repetições, de tão embebidos no interesse que sentimos na discussão de determinados assuntos, porventura, com... determinadas pessoas! Mas a alturas tantas, porventura, surge alguém que, simpaticamente, nos aponta esse particular aspecto do nosso modo de comunicar. Aí tomamos consciência de algo que desconhecíamos por completo e que, porventura, a partir dali se pode tornar num aspecto inquietante de luta interna para não se proferir a referida palavra. Conseguimos nós lutar eficazmente contra estes fenómenos? Porventura não muito bem. Não quero com isso dizer que estes “tiques” se mantêm para sempre... porventura podem desaparecer ou então mudar com o tempo... utilizando nós outros vocábulos que se tornam repetitivos no nosso discurso. Não parecem existir padrões na escolha dessas palavras... mas, porventura, poderão ser apontadas algumas modas que tendem a pegar e a propagar-se de pessoa para pessoa.
Esta teoria, aparentemente superficial, pode ter surgido de um incessante e profundo questionamento pessoal? ... porventura...
Esta teoria, aparentemente superficial, pode ter surgido de um incessante e profundo questionamento pessoal? ... porventura...

