4 de dezembro de 2006
posted by teorias at 09:03
Não raras vezes apanhamos “tiques” verbais que, porventura, repetimos mecânica e inconscientemente durante o nosso discurso. Todavia não nos apercebemos das nossas repetições, de tão embebidos no interesse que sentimos na discussão de determinados assuntos, porventura, com... determinadas pessoas! Mas a alturas tantas, porventura, surge alguém que, simpaticamente, nos aponta esse particular aspecto do nosso modo de comunicar. Aí tomamos consciência de algo que desconhecíamos por completo e que, porventura, a partir dali se pode tornar num aspecto inquietante de luta interna para não se proferir a referida palavra. Conseguimos nós lutar eficazmente contra estes fenómenos? Porventura não muito bem. Não quero com isso dizer que estes “tiques” se mantêm para sempre... porventura podem desaparecer ou então mudar com o tempo... utilizando nós outros vocábulos que se tornam repetitivos no nosso discurso. Não parecem existir padrões na escolha dessas palavras... mas, porventura, poderão ser apontadas algumas modas que tendem a pegar e a propagar-se de pessoa para pessoa.
Esta teoria, aparentemente superficial, pode ter surgido de um incessante e profundo questionamento pessoal? ... porventura...
 



3 Comments:


At 04 dezembro, 2006 16:52, Blogger ruth ministro

Gostei particularmente desta teoria... porventura serei suspeita? ;) Beijinhos

 

At 12 dezembro, 2006 16:49, Blogger teorias

et... as expressões parecem agarrar-se a nós e não nos largam... é, como dizes, "desesperante"

utzi, suspeita?! Porventura...

 

At 26 junho, 2007 04:31, Blogger RC

tipo...acho que é isso.
tipo, vai mudando mas há sempre uma paçavra ou expressão que usamos para pensar durante o discurso.
talvez... tipo, seja um dos meus.

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