Como desde cedo me disseram: “quem não arrisca não petisca”. Não só eu, mas todos nós, crescemos a ouvir esta frase da sabedoria popular, mas quase nunca temos vontade, ou capacidade, de a pôr em prática. Também é certo que, em determinadas situações, não vale sequer a pena arriscar. Se for nítido que a situação está definida... que nada do que façamos a altera... um comportamento nosso nunca será considerado “arriscar” mas antes um risco desnecessário... uma perda de tempo. Mas nas outras... em que nada está definido e em que a sua definição depende, em grande medida, do que possamos fazer... aí sim podemos, e devemos, arriscar. A nossa felicidade pode ser alvo de sabotagem mas, na maior parte das vezes somos nós mesmos que a sabotamos... pela inércia, pela dificuldade em aceitar a mudança... pela dificuldade em aceitar o passado tal e qual ele aconteceu... pela dificuldade em darmos uma nova oportunidade a nós mesmos... pela dificuldade em arriscar. Correr riscos é o de menos se o risco vale a pena... o pior é mesmo quando riscamos do mapa e em definitivo as novas oportunidades que nos surgem.
Eu arrisco sempre todas as semanas... embora o euromilhões resista em me sair... mas vale a pena, e muito (em especial esta semana), continuar a tentar. Um dia destes ainda mando postais tipo... das Maldivas (hehehe)!! E vocês, costumam arriscar ou acham que “é caro e dá trabalho registar o boletim”?