At 05 setembro, 2006 12:37, Ponta Solta
Se pensarmos naquelas pessoas que amuam por tudo e por nada, parece que a riqueza da linguagem emocional se perde um pouco, mas se pensarmos que há uma razão para amuar, então concordo plenamente que essa linguagem dá-nos mts vezes a compreender e a conhecer a pessoa que está com o amuo. Se o amuo não for por nada de especial, então também concordo com a teoria de que só amuamos (eu amuada me confesso!)com aqueles que significam algo, pois será dos seus actos, palavras, gestos, que virá a origem desse amuo.
Particularmente acho piada aos amuos para quebrar a rotina (se bem que acho que esses são capazes de partir de forma um pouco inconsciente, mesmo pela necessidade de as coisas serem diferentes), e aos amuos para se fazer as pazes ("fazer as pazes" é uma expressão que não teria sentido se não houvesse alguém zangado ou chateado - amuado.
Seria muito ambicioso dizer que há razões naturais para o amuo? Como há razões naturais para que nem sempre tudo corra às mil maravilhas?
Não sei responder... amuei! LOL
At 05 setembro, 2006 15:11, ruth ministro
Aqui está mais um tema interessante. Concordo com o facto de só amuarmos com aqueles que amamos verdadeiramente, com todos os outros procuramos manter uma postura socialmente desejável. Eu confesso que amuo, principalmente quando sinto falta de mimo ou quando não tenho oportunidade de o dar a quem amo. Mas a parte que gosto mais no "processo de amuar" é aquela em que finalmente rasgamos um sorriso e nos perguntamos porque é que estávamos amuados :) Beijos