At 31 janeiro, 2007 13:08, eu mesma
bem, eu acredito mais que as pessoas evoluem, crescem, se transformam, aprendem, seguem outro caminho... "morrer" é uma palavra muito forte! Se realmente "morressemos" e renascessemos perderíamos tudo o que aprendemos (na maior partes das vezes da pior maneira, é certo) e que faz de nós aquilo que somos hoje.
Quanto ao viver... é importante fazer realmente isso! Viver em vez de sobreviver! Isso implica por vezes tomarmos decisões que se confundem com egoísmo ou egocêntrismo... mas se não gostarmos de nós....
Beijinhos
At 31 janeiro, 2007 14:26, ruth ministro
Este renascimento de que falas é, de facto, um processo difícil. A "morte" ou crise/transição (na nossa linguagem) é dolorosa, mas tem sempre esse objectivo de desenvolvimento pessoal, de reconstrução de sentimentos de si, de amadurecimento... vale a pena o esforço de renascer, a vida pode ser tão mais bela depois dele...
:) Beijinhos para ti
"estar no seio de" mas não ser só "o seio de".
A minha última teoria (também faço agumas de vezes em quando) é: os fantasmas existem, não os temos (como dizem algumas músicas) mas somos. Fantasmas de assuntos que morrem sem ser resolvidos e vagueiam por aí até os poderem ver resolvidos (porque não temos, muitas vezes, poder sobre eles) e poderem seguir o seu caminho.
Talvez renascer :)